Técnicas e Ferramentas para Fazer Evoluir a Cultura de Segurança

Modelo de Transformação Organizacional

A cultura de segurança de uma organização e a prioridade dada à prevenção no trabalho apresenta mudanças ao longo do tempo. Numa fase inicial o foco é a melhoria das condições de trabalho. São feitos investimentos em meios e processos para reunir as condições físicas e métodos adequados à realização do trabalho seguro. Este foco nunca termina, porque a evolução tecnológica apresenta novas soluções. Mas é atingido um ponto de maturidade ao nível de meios e processos que se transforma em estagnação dos indicadores de segurança. As melhorias posteriores são limitadas porque o nível de proteção de equipamentos, EPIs, matriz de avaliação de riscos, etc já se encontra elevado. É neste ponto que o foco se dirige para o fator pessoas, na tentativa de continuar a melhorar a prevenção no trabalho e atingir a excelência (zero acidentes).

As técnicas e ferramentas Comportamentos Seguros ® pretendem levar cada individuo de uma organização a ter um papel ativo na sua segurança. E na prevenção de acidentes, assumindo um comportamento seguro. Isto é atingido trabalhando todo o grupo. Toda a comunidade de colaboradores que constitui uma empresa e todos os seus níveis hierárquicos. As ferramentas devem ser coerentes entre si.

Analisamos vários modelos e estudos sobre transformação organizacional. Como eu posso mudar a cultura dentro da minha empresa?

Constatamos que os diferentes estudos apontam sistematicamente os mesmos eixos críticos para conseguirmos que a cultura de uma organização mude e com essa cultura se eleve a prevenção de acidentes no trabalho. Quantos mais eixos são trabalhados, mais provável é o sucesso das medidas.

A metodologia de Comportamentos Seguros é um modelo robusto de aplicação dos eixos de transformação organizacional. Tem como objetivo reforçar a cultura de segurança. Com as ferramentas propostas e disponibilizadas são trabalhados 4 eixos de mudança organizacional.

Ferramentas de Segurança Comportamental

Ferramentas de Segurança Comportamental

Explicar o Processo de Mudança

Para mudar, importa explicar o processo de mudança às pessoas. Clarificar que níveis de segurança queremos atingir e como é possível que esses níveis sejam atingidos. Uma empresa define que o objetivo é “zero acidentes”, tem que clarificar com todos esse objetivo e mostrar que é atingível.

Este é o eixo que trata do convencimento da comunidade. Pode ser trabalhado com campanhas visuais ou eventos, mas a nossa sugestão é a realização de uma curta formação transversal a todos os elementos da organização. Este é na nossa opinião o formato mais forte de atingir este eixo.

Desenvolvimento de Competências

Um programa de segurança contempla também o desenvolvimento de competências das pessoas. Não basta apontar o caminho e definir objetivos (convencer), sem que sejam transmitidas as competências técnicas para atingir esses objetivos. Tipicamente organizações maduras em termos de segurança, já têm implementado um processo robusto de competências.

Modelos de Liderança

Os líderes, assumem um papel critico em qualquer processo de mudança. Nenhum programa de segurança com o objetivo de zero acidentes será exequível sem que os líderes, mais do que acreditar, assumam pessoalmente esses objetivos. A expressão “walk the talk” representa isso mesmo: a demonstração diária e no terreno da perseguição desse objetivo. As rotinas e técnicas que propomos, nomeadamente as Safety Walks e Diálogos de Segurança conduzem os lideres nesse caminho de uma forma não só eficaz, mas também eficiente (otimização de tempo).

Reforço Através de Mecanismos Formais

Um processo de mudança, de segurança no trabalho ou outro, tem que ser medido e monitorizado. Neste aspeto os registos formais apresentam elevada importância. Não de uma forma complexa ou burocrática, mas sim simples e focada na medição da mudança. As ferramentas propostas na metodologia Comportamentos Seguros ® não descoram este aspeto, permitindo monitorizar o estado da mudança.
Ao trabalhar os 4 eixos de mudança, elevamos a probabilidade de sucesso do programa de segurança.

Diagnóstico Cultura de Segurança

Todas as empresas partem de pontos diferentes quando arrancam programas de segurança ou implementam ferramentas de segurança. O objetivo é tornar melhor a empresa amanhã comparativamente com hoje.

Várias empresas tentam copiar outras, sem ter em conta o seu ponto de partida. Essa forma muitas vezes falha. Uma boa ferramenta para melhorar a segurança numa empresa pode não ser a mais adequada para a “minha” empresa. Porquê? Porque o meu ponto de partida é diferente.

Cada organização tem à sua disposição ferramentas para evoluir: Formação, Eventos, Campanhas, Rotinas como Safety Walks, Diálogos de Segurança, Observatório de Segurança, etc. Importa perceber, caso a caso, quais as ferramentas que fazem mais sentido.

O Método de Comportamentos Seguros® disponibiliza vários níveis de diagnóstico à cultura de segurança. Em função da complexidade de cada situação. Ao longo dos vários projetos desenvolvidos organizamos formatos para rapidamente compreender o contexto de partida, de uma forma objetiva e prática, produzindo conclusões e propostas de medidas lógicas para cada realidade.

Num primeiro nível propomos a utilização de uma ferramenta disponibilizada pela Vision Zero. A Vision Zero é uma organização mundial que partilha uma visão da segurança de excelência: todos os acidentes são evitáveis. LTM faz parte deste movimento. Um dos recursos que a organização disponibiliza é um diagnóstico à cultura de segurança através de um questionário simples. Esse questionário irá colocar a organização em níveis referentes a 7 tópicos de avaliação. 7 Golden Rules.

Em contextos mais complexos, faz sentido aprofundar o diagnóstico e compreender quais os bloqueadores que impedem a elevação da prevenção no trabalho. A nossa consultoria de segurança inclui análise estatística de longo prazo, reuniões com direções mais representativas da organização, análise de processos críticos em matéria de segurança (emergência, consignação de equipamentos, trabalhos em altura). Conseguimos a correção necessária para selecionar as ferramentas para a evolução pretendida.

Cada acidente de trabalho ou tendência de acidentes de trabalho representa uma oportunidade de aprendizagem que não deve ser descurada.

Partilhamos um exemplo: numa organização cliente verificamos que existia uma maior concentração de acidentes entre as 10h e as 11h. Aplicamos, em diagnóstico, a técnica dos 5 porquês? Os 5 porquês são uma forma de análise, que conduz a análise de causas de uma ocorrência, até ao 5º nível.

Verificamos neste caso que nesse período coexistiam 2 factos: i) existiam reuniões de coordenação, o que levava a um menor controlo efetivo do chão de fábrica; ii) era o período onde os trabalhos de manutenção de maior dimensão se iniciavam. A medida tomada, foi a alteração da hora predefinida para as reuniões de coordenação de fábrica, para que os líderes conseguissem estar sistematicamente presentes no período critico de arranque dos trabalhos. A aplicação da técnica dos 5 porquês, em diagnóstico, possibilitou a resolução de um cluster problemático. E quando o objetivo é “zero acidentes”, como era o caso desta organização, todos os detalhes devem ser analisados.

Formação Comportamentos Seguros

A maioria dos cursos de higiene e segurança no trabalho tradicionais, aborda a segurança numa perspetiva técnica. Essa componente é necessária, mas não chega para atingir zero acidentes. Vários colaboradores que frequentam formação técnica inicial e várias reciclagens sobre um tema, continuam a agir de forma insegura. Sabem como fazer, mas comportamentalmente não fazem como deviam.

As razões para isto podem ter várias origens: i) porque têm um incentivo de curto prazo certo (por exemplo: mais conforto ao não utilizar o EPI ou mais velocidade a executar o trabalho de forma insegura) por oposição ao risco de acidente ou doença no trabalho que é de longo prazo e incerto; ii) porque não sabem avaliar os riscos de forma adequada; iii) porque a chefia não impõe um standard de trabalho seguro.

A formação de comportamentos seguros ® é um curso de higiene e segurança no trabalho, mas numa perspetiva comportamental. Pode ser vista como uma formação de autodefesa industrial, para cada pessoa.

Aborda os comportamentos individuais e como estes resultam em acidentes ou previnem acidentes. São transmitidas ferramentas simples, para aumentar o nível de prevenção. Ou seja, o que eu posso fazer, para reduzir a probabilidade de ter um acidente ou prevenir acidentes de outros na minha organização? Sempre com casos práticos e situações diárias para que a assimilação das ferramentas seja imediata por parte dos formandos.

O curso, testado em empresas de diferentes sectores, dirige-se a todos os colaboradores de cada organização. Não distingue quadros superiores de operacionais. Nem distingue departamentos. Como referido anteriormente, este curso de higiene e segurança no trabalho não é técnico. É comportamental. E uma postura cuidadosa e preventiva não distingue hierarquias (apesar de os líderes terem responsabilidades acrescidas) nem departamentos (apesar de departamentos como manutenção terem habitualmente maior nível de risco).

Formação Comportamentos Seguros

Formação Comportamentos Seguros

De forma alinhada com o modelo de transformação organizacional, pretende-se que cada colaborador atinja um ponto comportamental de predisposição para a mudança. Tornando mais fácil a implementação de rotinas que conduzem à alteração de hábitos.

A formação é conduzida com base em 6 focos de conteúdos em que cada um representa um exercício diferente. Cada exercício dirige os formandos para reflexão, através do método pedagógico Interrogativo. Este método formativo é o mais indicado numa situação em que não pretendemos dar conclusões, mas sim promover a quebra de resistência.

A formação é de curta duração, com casos reais da empresa, levando ao despertar de consciência dos colaboradores para o papel ativo na sua segurança. Simultaneamente, desencadear ferramentas formais para prevenção do risco.

Esta formação é dada à globalidade dos colaboradores de determinado espaço fabril (que consideramos uma comunidade). Visto que cada um trabalha em equipa e não individualmente. Assim consegue-se a evolução esperada para comportamentos futuros.

Safety Walk

Safety Walks é uma rotina, dirigida aos níveis hierárquicos superiores. Tem como objetivo comunicar que a segurança é um valor e uma prioridade para a empresa.

Pretende-se levar cada líder a assumir o seu papel no que toca à segurança, contribuindo ativamente para prevenção no trabalho.

Os líderes das empresas têm pouco tempo disponível. Este facto exige que o mecanismo das Safety Walks seja ágil e pouco consumidor de tempo. Propomos que cada líder disponha de 20 minutos, 1 a 2 vezes por mês, para realização da iniciativa. É o tempo que consideramos mínimo, mas suficiente, para abordar o que é definido pela organização como uma prioridade: segurança no trabalho.

As vantagens desta iniciativa são:

  • Envolvência efetiva dos cargos superiores na segurança da empresa;
  • A prioridade dada à Segurança é feita de forma ativa.
  • Maior aceitação na implementação de medidas de segurança, por envolvimento;
  • Aumento do nível de segurança da empresa a médio prazo.
Safety Walks – Contexto organizacional:

Apesar de haver métricas para a segurança, não há muitas vezes envolvência das pessoas. As medidas de segurança não são compridas por todos os colaboradores. As empresas onde a segurança é vista como departamental (“isso é com o departamento de segurança!”), necessitam de mudar mentalidades, pois a segurança compete a todos.
Há uma necessidade de demonstrar à “equipa” que de facto a Segurança é uma prioridade dos cargos superiores. A iniciativa Safety Walks contribui ativamente para isso.

Safety Walks – Como é realizado:

Safety Walks é uma iniciativa realizada pelos cargos superiores, com uma periocidade mínima mensal. Cada Safety Walk tem uma duração estimada de 20 minutos. Realizada em qualquer lugar da empresa.
O líder convida um operacional e ambos observam um determinado local e tarefas em curso. De uma forma crítica e exigente sobre segurança e prevenção no trabalho. Sempre que possível concretizam melhorias.

Pode aceder ao conteúdo da ferramenta Safety Walks individualmente ou para equipas.

Consulte os nossos planos e preços.

Diálogos de Segurança

Apesar de prioridade, o tema da segurança é frequentemente esquecido das conversas diárias ou semanais das equipas. As urgências concorrem pelo tempo e atenção das pessoas. Em muitas situações o tema da Segurança só é prioritário após acidentes de trabalho. Esta forma de estar reativa é desadequada ao objetivo “zero acidentes”. As empresas que ambicionam a excelência em matéria de prevenção no trabalho têm a necessidade de criar uma rotina, que assegure que sistematicamente o tema da segurança é conversado.

A rotina Diálogos de Segurança é dirigida a líderes de equipas, nomeadamente chefias diretas de operacionais. O objetivo é simples: existir um momento em que se converse sobre segurança.

Um aspeto critico para o sucesso desta ferramenta é a definição de um dia e hora. Propomos que semanalmente, sempre no mesmo dia e à mesma hora, seja realizado um Diálogo de Segurança. O líder reúne a equipa e conversa 5 minutos sobre segurança. O tema em cada diálogo é previamente enviado pelo departamento de segurança e é comum em toda a fábrica. Importa ter em conta que os líderes não são especialistas em segurança. Assim, é necessário a existência deste mecanismo (ficha de diálogo) para apoiar cada líder na condução da sua equipa.

LTM apoia as organizações através da disponibilização de mais de 50 fichas de diálogos de segurança.

DESCARREGUE DUAS FICHAS DE DIÁLOGOS DE SEGURANÇA.

As vantagens desta iniciativa são:

  • Criação de um canal efetivo de comunicação com todos os trabalhadores, sobre segurança (qualquer nova medida ou alteração, passa a poder ser comunicada a todos, no prazo máximo de 1 semana);
  • Aumento do conhecimento de segurança no trabalho dos colaboradores;
  • Envolvimento (comprometimento) das chefias diretas, sendo estas responsáveis pela liderança do diálogo.
Diálogos de Segurança – Contexto organizacional:

Normalmente quando se aborda o tema segurança, em contexto empresarial, o principal objetivo é corrigir um problema de segurança. Estamos a reagir a um problema, tentando que não se volte a repetir. A comunicação é unilateral, porque a verdade é que os diálogos não são férteis após a existência de problemas.
A rotina Diálogos de Segurança pretende mudar o paradigma. Assegurar que a Segurança no Trabalho e Prevenção são temas frequentes.
Pergunte a uma das chefias da sua organização quando foi a última vez que conversou sobre Segurança no Trabalho com a sua equipa. Mas seja exigente. Peça mesmo para que seja identificado um momento concreto. Se a resposta for “não me lembro”, é o momento de implementar os Diálogos de Segurança.

Diálogos de Segurança – Como é realizado:

Sempre que possível deve ser incorporado numa reunião já existente, reduzindo o esforço organizacional de implementação. O objetivo desta iniciativa é promover diálogos sobre segurança (5 a 10 minutos). A chefia direta tem o dever de convocar a sua equipa e, com periodicidade semanal, implementar a dinâmica.
Para orientar os diálogos de segurança, o departamento de segurança envia previamente o tema da semana seguinte. Disponibilizando Fichas de Diálogo pré elaboradas por LTM para orientar as conversas, ou fichas de diálogo sobre temas desenvolvidos de forma corrente.
Pretende-se com esta iniciativa promover a participação ativa do grupo, colocar todos os colaboradores a partilhar a sua opinião sobre a temática, facilitando a comunicação.
Esta conversa deverá fazer parte da rotina, até que se torne um HÁBITO falar de Segurança.

Observações de Segurança

A segurança no trabalho aumenta, se tivermos mais pessoas fora do departamento de segurança atentos à segurança. E se cada pessoa, dentro de uma organização, for capaz de fazer algo que evite um acidente de trabalho, numa organização com 100 pessoas, serão evitados 100 acidentes.

O mecanismo das Observações de Segurança pretende promover a atenção e foco na segurança até ao nível do operador. Este é o nível hierárquico mais sujeito a acidentes e mais próximo do chão de fábrica. Inevitavelmente é quem está em melhor posição para observar e promover a prevenção no trabalho.

As Observações de Segurança pretendem levar um grupo de colaboradores, de forma rotativa (de 6 em 6 meses, trocam), a observar o estado da segurança na sua área, com suporte de uma check list.

Um risco não deve ser avaliado pelos acidentes que já ocorreram, mas sim pelos que podem ocorrer. Ao criar um observatório de segurança, a organização coloca a tónica na prevenção e não na reação. Com a tremenda vantagem de envolver colaboradores.

Em fases mais maduras do mecanismo de Observações de Segurança é possível fazer evoluir as equipas para observações mais complexas, como o método BBS Behavior Based Safety. Método onde é observada de forma completa e exaustiva as tarefas de maior risco, corrigindo todos os pontos de risco.

Pode aceder ao conteúdo da ferramenta Observatório de Segurança individualmente ou para equipas.

As vantagens desta iniciativa são:

  • Foco em aspetos preventivos de segurança, ao nível de colaboradores de chão de fábrica;
  • Motivação inter equipas, pela comparação de resultados;
  • Pressão intra equipas, para obtenção de resultados;
  • Gestão visual através de Output gráfico de fácil assimilação por todos;
  • Promoção de cultura de inspeção permanente, porque é feita pelos próprios colaboradores.
Observatório de Segurança – Contexto organizacional:

O departamento de segurança, só por si, não consegue monitorizar os riscos de segurança de forma permanente. Para melhorar o nível de segurança da empresa é necessário que todos os colaboradores estejam integrados.
Este processo permite à empresa conhecer o estado exato dos principais temas de segurança e intervir nos mais débeis.

Observatório de Segurança – Como é realizado:

Dependendo da dimensão e complexidade da organização, o Observatório de Segurança pode ser realizado por todos os operacionais (em empresas de menor dimensão) ou por Grupos de Observadores (no caso de organizações mais complexas ou com um grande número de colaboradores). Cada pessoa deve fazer 2 observações por semana e preencher uma check-list (disponibilizada pela LTM ao departamento de segurança da empresa e reajustada).
Esta Check-List de Segurança, tem vários pontos relativos ao posto de trabalho, à envolvente, aos equipamentos, às tarefas a realizar, etc. O colaborador deve ser capaz de identificar os perigos, avaliar os riscos e, em alguns casos, sugerir medidas de melhoria.

DESCARREGUE UM EXEMPLO DE CHECK-LIST DE SEGURANÇA!

Outras Ferramentas e Técnicas

Ao longo de mais de 25 projetos de segurança comportamental em empresas, criamos, ajustamos e implementamos inúmeras ferramentas de prevenção no trabalho. Nos pontos anteriores descrevemos as ferramentas que sistematicamente acrescentaram valor de forma transversal a vários setores e contextos.

Em muitas situações, pelo seu contexto, foi necessário recorrer a soluções com mais diferenciação. Destacamos por isso outras ferramentas e técnicas que podem fazer sentido para a sua organização:

Laboratório Sensorial

O laboratório sensorial é uma iniciativa que possibilita o colaborador vivenciar as consequências de um acidente de trabalho. Ou seja, sentir todas as dificuldades e limitações no desempenho das tarefas do seu quotidiano. Com esta iniciativa conseguir-se-á sensibilizar e consciencializar o colaborador para a importância da segurança no local de trabalho. Pretende-se assim, uma mudança do comportamento individual de todos os participantes, refletindo-se numa redução de incidentes e acidentes de trabalho.

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Take a Photo and Send a Message

Esta atividade – Take a Photo and Send a Message consiste na recolha de fotos instantâneas tiradas pelos colaboradores de uma empresa sob o tema segurança no trabalho. A foto é afixada e legendada. É uma abordagem à segurança no trabalho que envolve todos os colaboradores da empresa sem terem que sair dos seus postos de trabalho.
Em conclusão, os participantes tiram uma foto, associam uma legenda e, por fim, é afixada a foto num painel. Evento usual em dias comemorativos de segurança no trabalho e tem por objetivo transmitir a segurança como prioridade organizacional.

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Oficinas de Segurança

As Oficinas de Segurança são um conjunto de atividades de segurança no trabalho direcionadas para todos os colaboradores da empresa, em formato workshop. Diferem da formação técnica tradicional pela intensidade de execução. Num único dia, cada colaborador tem a oportunidade de frequentar 4 ou mais oficinas de segurança. Este evento é escolhido por muitas empresas para celebrar o dia da segurança no trabalho na empresa.

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Safety Escape Room

A Safety Escape Room é um desafio lançado aos colaboradores. Provavelmente a atividade de segurança mais diferenciadora atualmente. Cada grupo é fechado numa sala. O objetivo do “jogo” é o grupo encontrar a chave para sair em 45 minutos. Para isso terão que resolver desafios de segurança no trabalho. Será que sabem o suficiente para se salvarem?!

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